BARULHINHO.


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JOHNNY CASH.

Historia do Sionismo.

O autor combina com êxito imágens de arquivos com comentários próprios e de outros, como Ilan Pappe, Jeff Halper, Alan Hart e Terry Boullata. por:Caminho Alternativo
a ideologia sionista, seus objetivos (passados e atuais) e seu firme controle não só da sociedade israelense, como também, e de modo crescente, da percepção que os ocidentais possuem do Oriente Médio.
Concluí recentemente um documentário independente, “A história sionista”, no qual pretendo apresentar não só a história do conflito Israel/Palestina, mas também as razões centrais do mesmo: a ideologia sionista, seus objetivos (passados e atuais) e seu firme controle não só da sociedade israelense, como também, e de modo crescente, da percepção que os ocidentais possuem do Oriente Médio.
Estes conceitos já foram deonstrados no excelente documentário Ocupação 101, de Abdallah Omeish e Sfyan Omeish, mas no meu documentário eu o trato da perspectiva de um israelense, ex-soldado da reserva e alguém que passou toda sua vida na sombra do sionismo.Espero que encontrem um momento para ver “A história sionista” e caso queiram fiquem à vontade para compartilhá-lo com outras pessoas.
Fiz este documentário totalmente sozinho, sem nenhum investimento, embora tenha me esforçado para alcançar elevados padrões profissionais.
Tomara que esta produção doméstica seja do interesse dos espectadores.
Nota palestina de 1939

Em "Mundo"

JOHNNY CASH

O VENENO DA [CNN] , MÍDIA SIONISTA.

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Genocídio no Iraque, onde estão os cristãos??

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CARPE DIEM!!


- "Odes" (I, 11.8) do poeta romano Horácio (65 - 8 AC): Carpe diem quam minimum credula postero (Aproveite o dia, confia o mínimo no amanhã) - Gramática do Mundo - Ler e escrever o mundo através da Geopolítica - "A melhor maneira de predizer o futuro é inventá-lo" (Alan Kay) - "Eu quase que nada sei, mas desconfio de muita coisa" (Guimarães Rosa)

A ordem criminosa no mundo.


BENJAMIN FREEDMAM--1961 --EXSIONISTA

quinta-feira, 23 de maio de 2013

EUA na América Latina: um longo histórico intervencionista


ShareO desenvolvimento da situação internacional está marcado por ações de guerra e impregnado de novas ameaças. Não faz muito tempo, sob o pretexto de impedir um país de utilizar armas de destruição em massa, ao arrepio do direito internacional e a despeito de não ter autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas, os Estados Unidos iniciaram uma guerra de ocupação que, logo se viu, tinha objetivos distintos dos proclamados.As próprias forças de ocupação acabaram admitindo que o Iraque não possuía armas de destruição em massa. Na Ásia Central, a pretexto de caçar terroristas e de impedir que uma força fundamentalista retorne ao poder, prossegue outra guerra, que cobra alto preço em termos de vidas humanas e bens materiais. Na Palestina, um país possuidor de armas nucleares, embora não o admita, submete o povo a inominável martírio.No Líbano, durante os bombardeios da aviação israelense, há três anos e meio, a então secretária de Estado da potência aliada de Israel declarava que estavam a se fazer sentir “as dores do parto do novo Oriente Médio”. Hoje a humanidade escuta frases de efeito sobre a paz e o desarmamento, mas até agora os anúncios de um mundo sem guerras e sem armas nucleares são peças de retórica ou a manifestação de um vago ideal. Na prática ainda prevalecem as chantagens e as ameaças, o que nos impõe o dever da vigilância e da luta.O desenvolvimento da situação na América Latina também é hoje uma das preocupações centrais do movimento pela paz e das organizações de solidariedade internacional, como o CMP. Há dois anos, foi reativada Quarta Frota da Marinha de Guerra dos Estados Unidos para os mares da América Latina e Caribe.Já é colossal a presença militar norte-americana na região. Com a Quarta Frota, essa presença aumenta significativamente. Em primeiro lugar, destaca-se a existência de bases militares: sete bases militares foram recentemente instaladas na Colômbia, uma decisão que provocou instabilidade e crises políticas, agravando os problemas envolvendo a própria Colômbia, a Venezuela e o Equador. Iquitos (Peru), Rainha Beatriz (Aruba), Hato (Curaçao), Comalpa (El Salvador), Guantânamo (Cuba), Soto Cano (Honduras) e as novas bases no Panamá são outras instalações militares estadunidenses na região.Agregue-se a isto que já foram anunciados planos para reabrir a base de Vieques, em Porto Rico, fechada em 2004 depois de uma luta heróica do movimento independentista, e para abrir uma base na Terra do Fogo, na Argentina. São também intensas as pressões no sentido de transformar o aeroporto militar de Marechal Estigarribia, no Paraguai, numa base aérea militar. E recorde-se que não faz muito tempo, nos anos 1990, houve tentativas de transformar a base de lançamento de satélites do Brasil, em Alcântara, no Maranhão, numa base militar encravada em território brasileiro.Além das bases, os Estados Unidos exercem sua presença militar através dos exercícios Cabanas, Aguila, Unitas, Céu Central, Novos Horizontes e outras. É motivo de preocupação também para o movimento pela paz a militarização das Ilhas Malvinas, pela Grã Bretanha, assim como a tendência a renovar acordos militares entre governos, do que é exemplo nefasto a assinatura de um acordo militar entre os Estados Unidos e o Brasil, em abril último.A existência da Quarta Frota guarda relação direta com o novo quadro político na América Latina, que desde a primeira eleição do presidente Hugo Chávez, em 1998 e do presidente Lula, em 2002, transformou-se num “continente rebelde”, onde se processa a ascensão de forças democráticas e progressistas aos governos nacionais de vários países. De norte a sul da América Latina, vigoram governos democráticos e populares.Na Venezuela está em curso uma revolução de caráter popular e patriótico, que proclama o socialismo como meta. Cuba segue resistindo, desafiando e derrotando desígnios imperialistas. Na Bolívia, no Equador e na Nicarágua, estão em curso processos políticos que tendem a consolidar as novas experiências de governos populares. No Brasil, no Paraguai, no Uruguai, na Argentina, em El Salvador, forças progressistas seguem em frente e avançam no sentido de afiançar a luta pela ampliação e aprofundamento da democracia, por soberania nacional e justiça social.
A militarização da região pelos Estados Unidos tem objetivo claro: conter os avanços dos países e povos do continente na conquista de democracia, soberania nacional e progresso social, o controle das fontes de recursos naturais, como a biodiversidade da Amazônia, as fontes de água, como o aquífero guarani, as grandes jazidas minerais e o petróleo. Tudo isso somado com o controle dos mercados e da geopolítica regional.O intervencionismo é um traço permanente na política dos Estados Unidos em relação à América Latina desde finais do século 19 até os nossos dias. Do intervencionismo duro da época do “big stick” de Theodore Roosevelt, passou-se a um período em que, embora tenham diminuído as intervenções diretas, as grandes empresas adquiriram um predomínio decisivo sobre o Departamento de Estado.O século 20 conheceu também a “diplomacia missioneira”, de Woodrow Wilson, a formação do sistema panamericano, a “diplomacia do dólar”, a política da “boa vizinhança”, implementada por Franklin Delano Roosevelt, a “doutrina de segurança nacional” na segunda metade do século 20 e finalmente, com o pós-Guerra Fria, a política da “segurança hemisférica”. Todas essas políticas e fases tinham um denominador comum — o intervencionismo, a tutela e a submissão da América Latina e do Caribe aos interesses estratégicos do imperialismo estadunidense — e nenhuma delas excluía em princípio a opção militar.As primeiras vítimas do intervencionismo militarista estadunidense na América Latina e Caribe foram Cuba e Porto Rico, sob o pretexto de lutar contra a Espanha, no ocaso da época colonial. Outro alvo precoce do intervencionismo norte-americano foi o Panamá, em 1903. Os marines norte-americanos ingressaram em território panamenho em diferentes ocasiões no início do século 20 — 1917, 1918 e 1925. Mais recentemente, em 1989, invadiram outra vez o país. Entre 1915 e 1934 os Estados Unidos enviaram seus marines ao Haiti.A vizinha República Dominicana, que compartilha a mesma ilha com o Haiti, foi outro país caribenho a sofrer a intervenção militar dos Estados Unidos, que ali permaneceram entre 1916 e 1924. A partir de 1930, os Estados Unidos patrocinaram uma das ditaduras mais cruéis, duradouras e corruptas ditaduras do século 20 na América Latina. De 1912 a 1926 milhares de marines ocuparam a Nicarágua, contra os quais lutou Augusto Cesar Sandino, o “general de homens livres”.O México, que teve boa parte do seu território roubado durante o processo de formação e expansão territorial dos Estados Unidos da América ao longo do século 19, também sofreu múltiplas intervenções dos Estados Unidos entre a primeira e a segunda décadas do século 20.O pós-Segunda Guerra Mundial é um período em que os Estados Unidos voltam a intervir na América Latina e no Caribe para impor-se como potência dominante. Em 1947, em aliança com setores entreguistas das Forças Armadas, derrubam o governo venezuelano de Rômulo Gallegos. Em 1954, reagem à eleição de Jacobo Arbenz na Guatemala com um golpe de Estado. Em 1961 invadem Cuba, sendo rechaçados pelos revolucionários comandados por Fidel em Playa Girón. Em 1965, invadem a República Dominicana contando com o apoio da ditadura militar brasileira.Entre 1964 e meados dos anos 1980, a começar pelo golpe militar no Brasil, os Estados Unidos fomentam, apoiam e financiam golpes de Estado e ditaduras cruéis como a de Pinochet, no Chile, e as dos generais fascistas argentinos, uruguaios e brasileiros. Nesse período têm lugar também as guerras contra-revolucionárias na América Central e a invasão de Granada em 1983.Este histórico de intervenções indica a permanência do intervencionismo estadunidense na América Latina, que ganha novos contornos no atual momento, com a Quarta Frota e as bases militares. Contra isso, vale dizer, não só o movimento pela paz — mas o conjunto das entidades sociais — precisa manter-se em alerta e resistência.
* Socorro Gomes é presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP) e do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz)Texto baseado no discurso proferido por Socorro Gomes, em 30 de abril, em Nova York, durante a Conferência sobre a Luta contra a Violência Global do Imperialismo=C

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O textos deste blogger são variados, mas sempre denunciando injustiças deste mundo.A maioria são de jornalistas,que descrevem o que eu gostaria de escrever.Não sou radical, tem textos que não concordo. Sou um pouco reacionário mas me esforço para entender o "novo"??!!Neste mundo tem países genocidas.Alguns matam por ódio tribal, torturam.Outros hipócritas por "puro negocio e lucros", fomentam guerras.Eles são os Banqueiros Internacionais { Judeus Sionistas} e os donos da industria bélica {E.U.A}, existem entre eles uma relação de simbiose.Atuam como o antigo. Império japonês de, {Hiroito} usando os três {TS}.01 Queimar tudo.02 Roubar tudo.03 Matar tudo.

Avo de George Bush, a Besta__666

TERRORISMO DE FALSA BANDEIRA!!

"Terrorismo de Falsa bandeira" Ocorre quando os elementos dentro de uma fase do governo numa operação secreta em que as forças do governo fingir ser um alvo inimigo ao atacar suas próprias forças ou pessoas. O ataque é, então, falsamente atribuídos ao inimigo , a fim de justificar a ir à guerra contra o inimigo . Ou, como Wikipedia define:Operações de falsa bandeira são operações secretas conduzidas por governos , corporações ou outras organizações, que são projetados para enganar o público de tal forma que as operações de aparecer como se eles estão sendo realizadas por outras entidades. O nome é derivado do conceito militar de voar cores falsas , isto é, que arvorem pavilhão de um país que não o seu próprio .Operações de falsa bandeira não estão limitadas a guerra e as operações de contra-insurgência , e têm sido usados ​​em tempo de paz , por exemplo, durante a estratégia de tensão da Itália False Flag Summary of False Flag Operations and False Flag Terrorism
O termo vem dos velhos tempos de navios de madeira , quando um navio iria pendurar a bandeira de seu inimigo antes de atacar um outro navio em sua própria marinha . Porque a bandeira do inimigo foi pendurado em vez da bandeira do país real do navio de ataque, ele foi chamado de " falsa bandeira " de ataque.9/11 Nota: Para aqueles que querem explorar a possibilidade de 11/9 como uma operação de bandeira falsa ,click aqui.
Históricos ataques de falsa bandeira

Há muitos exemplos de ataques de falsa bandeira ao longo da história . Por exemplo, é sabido que os nazistas , na Operação Himmler , falsificou ataques contra seu próprio povo e os recursos que foram atribuídos os poloneses, para justificar a invasão da Polônia. E isso já foi argumentado persuasivamente - como mostra , por exemplo, neste vídeo History Channel - que os nazistas atearam fogo em seu próprio parlamento , o Reichstag, e culpou o fogo sobre os outros. O incêndio do Reichstag foi o divisor de águas que justificou a tomada do poder ea suspensão das liberdades de Hitler.E no início de 1950 , os agentes de uma célula terrorista operacional israelense no Egito plantaram bombas em vários edifícios , incluindo instalações diplomáticas norte-americanas, em seguida, deixadas para trás "evidência" implicando os árabes como os culpados ( uma das bombas detonadas prematuramente , permitindo que os egípcios identificar os bombardeiros ) . O ministro da Defesa de Israel foi derrubado pelo escândalo , junto com todo o governo israelense. Clique aqui para verificação.A KGB russa aparentemente realizou uma onda de atentados na Rússia , a fim de justificar a guerra contra a Chechênia e colocar Vladimir Putin no poder (ver também este ensaio e este relatório ) . E o governo turco foi pego bombardear o seu próprio e culpando-o em um grupo rebelde para justificar a repressão a esse grupo. Governos muçulmanos também jogar este jogo. Por exemplo, o respeitado ex-presidente indonésio alegou que seu governo teve um papel nos atentados de Bali .
Isso parece loucura , né? Você nunca ouviu falar desse " terrorismo falso da bandeira ", onde um governo ataca o seu próprio povo , em seguida, culpa os outros para justificar seus objetivos , certo?E vocês são céticos das afirmações discutidas acima ? Por favor, dê uma olhada nestas citações históricas" Se a tirania e a opressão vêm a esta terra , será sob o pretexto de lutar contra um inimigo estrangeiro . " - Presidente dos EUA, James Madison
" Porque , claro, as pessoas não querem guerra ... Mas, afinal de contas , são os líderes do país que determinam a política , e é sempre uma simples questão de arrastar o povo , se é uma democracia ou uma ditadura fascista , ou um parlamento ou uma ditadura comunista ... voz ou sem voz , o povo sempre pode ser levado à licitação dos líderes. É muito fácil. Tudo que você tem a fazer é dizer-lhes que estão sendo atacados , e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e expor o país ao perigo. Ele funciona da mesma em qualquer país " - . Hermann Goering , o líder nazista.
E sobre os EUA?
É lógico supor que , mesmo que outros países têm realizado operações de falsa bandeira ( regimes especialmente horríveis , como , por exemplo, os nazistas ou Stalin ) , os EUA nunca fizeram isso?Bem, como documentado pelo New York Times , os iranianos trabalhando para a CIA na década de 1950 está colocado como comunistas e encenado atentados no Irã , a fim de transformar o país contra seu presidente democraticamente eleito (ver também neste ensaio ) .E , como foi confirmado por um ex- ministro italiano Prime, um juiz italiano , eo ex-chefe da contra-espionagem italiana , a Otan realizou ataques terroristas em Itália, com a ajuda do Pentágono e da CIA e comunistas acusados ​​, a fim de conseguir o apoio das pessoas para os seus governos na Europa, em sua luta contra o comunismo . Como um participante neste programa anteriormente secreto disse: " Você tinha que atacar civis , pessoas, mulheres , crianças, pessoas inocentes , pessoas desconhecidas distantes de qualquer jogo político . A razão era muito simples. Eles deveriam forçar essas pessoas , o público italiano , a recorrer ao Estado para pedir mais segurança . "Além disso, os documentos desclassificados do governo dos EUA mostram que na década de 1960 , o Joint Chiefs of Staff dos EUA havia assinado um plano de codinome Operação Northwoods para explodir aviões americanos (usando um elaborado plano que envolve a troca de aviões) , e também para cometer terrorista atua em solo norte-americano e , em seguida, colocar a culpa em que os cubanos , a fim de justificar uma invasão de Cuba . A operação não foi realizada apenas porque a administração Kennedy se recusara a implementar esses planos do Pentágono .Para os lotes mais na Operação Northwoods surpreendentes , veja o noticiário ABC , os documentos oficiais desclassificados , e assistir a entrevista com James Bamford, o ex-produtor Investigative Washington para World News Tonight da ABC, com Peter Jennings . Uma citação do o desclassificado Northwoods documentos afirma: " A ' Lembre-se do Maine " incidente poderia ser arranjado : Poderíamos explodir um navio dos EUA na Baía de Guantánamo e culpar Cuba . Listas de baixas nos jornais americanos provocariam uma onda de indignação nacional E quanto a Al -Qaeda?
Você pode pensar que a Al- Qaeda é diferente. É muito poderosa , organizada e para nos levar , né? Considere este artigo do Los Angeles Times, revendo um documentário da BBC intitulado The Power of Nightmares , o que mostra que a ameaça da Al Qaeda tem sido vastamente exagerada ( e ver este artigo sobre quem está por trás do hype ) . E o ex- conselheiro de Segurança Nacional Zbigniew Brzezinski declarou ao Senado que a guerra contra o terror "é uma narrativa histórica mítica. "E você sabia que o FBI tinha penetrado a célula que realizou o Mundial de 1993 bombardeio Trade Center , mas não tinha - no último minuto - cancelou o plano de ter sua FBI infiltrado substituto em pó falso de explosivos reais , contra os desejos fortes do infiltrado ? Veja também esta reportagem TV.Você já ouviu falar que a CIA é acusado de ter se reuniu com Bin Laden , dois meses antes do 11/9 ? Você sabia que, anos após 9/11 o primeiro FBI declarou que não tinha provas suficientes para processar Bin Laden para 11/9 ? (Veja também esta confirmação parcial pelo Washington Post) E você viu a declaração na Newsweek pelo comandante da CIA responsável pela captação de que os EUA vamos Bin Laden escapar do Afeganistão?Você já ouviu falar que os ataques de antraz - que foram enviados junto com as notas supostamente escritos por terroristas islâmicos - utilizada uma cepa de antraz como arma o topo facilidade bioweapons EUA? Na verdade , os principais armas biológicas especialistas afirmaram que o ataque com antraz pode ter sido um teste CIA " deu errado. " Para saber mais sobre isso, consulte este artigo de um ex- NSA e oficial da inteligência naval e esta declaração por um distinto professor de Direito e especialista em bioterrorismo ( e este) .Também é interessante que os únicos membros do Congresso onde se enviou cartas com antraz foram democratas -chave, e que os ataques ocorreram uma semana antes da passagem da liberdade cercear Patriot Act, que parece ter assustado eles eo resto do Congresso em aprovar esse ato , mesmo sem lê-lo. E embora possa ser uma coincidência , funcionários da Casa Branca começou a tomar o medicamento anti- anthrax antes do Anthrax ataques ocorreram .Mesmo o general William Odom, ex-diretor da Agência de Segurança Nacional , disse que " por qualquer medida os EUA têm usado por muito tempo o terrorismo. Em '78 - 79, o Senado estava tentando passar uma lei contra o terrorismo internacional , mas em cada versão que eles produziram , os advogados disseram que os EUA seria uma violação " ( o áudio está aqui).
Por que isso importa ?
Por favor, leia o que as seguintes pessoas altamente respeitadas estão dizendo :
Ex proeminente republicano congressista dos EUA Bob Barr e oficiais da CIA afirmaram que os EUA estão perto de se tornar uma sociedade totalitária e que elementos do governo estão usando o medo para tentar que isso aconteça .O congressista republicano Ron Paul afirmou que o governo " está determinado a ter a lei marcial . " Ele também disse que uma artificial "Golfo de Tonkin incidente do tipo pode ocorrer a ganhar apoio popular para um ataque ao Irã". Ex- conselheiro de Segurança Nacional Brzezinski disse a Senado que um ato terrorista pode ser realizado em os EUA e falsamente acusado o Irã para justificar mais uma guerra .
O ex-secretário assistente do Tesouro na administração Reagan, Paul Craig Roberts, que é chamado de "Pai da Reaganomics " e é um ex- editor e colunista do Wall Street Journal, BusinessWeek e Scripps Howard News Service, disse :
" Pergunte a si mesmo : Será que um governo que mentiu -nos em duas guerras e está trabalhando para mentir -nos para um ataque ao Irã shrink de encenar ataques " terroristas " , a fim de remover a oposição à sua agenda ?
Aposentado há 27 anos o analista da CIA Ray McGovern, que preparou e apresentou Briefs presidenciais Diários e atuou como analista de alto nível para vários presidentes , afirma que se houvesse outro grande ataque nos EUA , que levaria a lei marcial. Ele passou a dizer : Temos que ter cuidado , se alguém faz esse tipo de provocação - grandes explosões violentas de algum tipo - nós temos que não tomar a palavra dos mestres lá em Washington que este era um evento terrorista , pois poderia muito bem ser uma provocação permitindo-lhes , ou aparentemente para permitir que eles conseguem o que querem . "
O ex- analista da CIA não iria colocá-lo no passado, o governo de "jogar rápido e solto ", com alertas de terror e advertências e até mesmo eventos terroristas , a fim de mobilizar as pessoas por trás da bandeira.General Tommy Franks afirmou que, se ocorrer outro ataque terrorista nos Estados Unidos "a Constituição provavelmente será descartada em favor de uma forma militar do governo. " O ex- inspetor de armas da ONU Scott Ritter afirmou antes da guerra do Iraque começou , que não havia armas de destruição maciça destruição. Ele agora está dizendo que ele não descartaria encenado terror governo pelo governo dos EUA . E Membro do Parlamento britânico George Galloway afirmou que " há um perigo muito real" de que o governo americano vai encenar um falso ataque terrorista de bandeira , a fim de justificar a guerra contra o Irã e para ganhar controle completo no mercado interno.A abundância de informações confiáveis ​​neste ensaio sugere que não só tem os EUA nos conduziu operações de bandeira falsa do passado, mas há uma possibilidade de que 11/9 envolvido algum elemento desse engano , e uma futura operação de bandeira falsa não pode ser descartada. Vamos espalhar essa notícia para todos os que se preocupam para que possamos construir a massa crítica necessária para impedir essas operações secretas e trabalhar em conjunto para uma sociedade civil mais carinho.Nota especial: Para uma coleção de, informações verificáveis ​​confiável sugerindo que o 11/9 pode ter sido uma forma de operação de bandeira falsa , veja o 11/9 Centro de Informação disponível neste link.

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Por cima nada se vê na superfície. Mas por baixo, já esta tudo pegando fogo!!